A Justiça de Tabapuã determinou o bloqueio dos bens do ex-presidente da Câmara de Catiguá, Eder Vilari Figueiredo. Ele já responde a processo por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito por ter causado prejuízo aos cobres públicos.
Segundo o promotor do caso, Landolfo Andrade de Souza, Éder Figueiredo recebeu o salário de quase R$ 2 mil durante dois meses em que ficou afastado por interesse particular; autorizou o pagamento de despesas da câmara municipal no valor acima do que a lei permite, causando prejuízo de R$ 142 mil aos cofres municipais. Gastos extras com a folha de pagamento dos funcionários da Câmara também foram identificados pelo Ministério Público.
Se condenado, o ex-presidente da Câmara pode ter os direitos políticos suspensos por até 8 anos, além de ter de ressarcir aos cofres públicos o valor de R$ 205.160,89 mil. Eder Vilari Figueiredo não foi encontrado para comentar o assunto.